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São Paulo - Fazer um ótimo marketing pessoal já é uma tarefa penoso por si só. Mas o desafio se torna superior ainda se você tem temor de parecer vaidoso. A pergunta é, antes de tudo, cultural. De acordo com a coach Marie-Josette Brauer, do Innovation Coaching Center, o brasileiro tende a acompanhar com maus olhos quem valoriza as tuas próprias competências.


“Para escapar do rótulo de ‘convencido’, é comum que o profissional assuma uma apresentação excessivamente humilde, como se o sucesso fosse alguma coisa feio”, reitera. Não obstante, é perfeitamente possível fazer marketing pessoal sem montar uma aura de prepotência. “Muita gente pensa que marketing pessoal significa bater no respectivo peito e contar ‘vejam como eu sou bom’. Na realidade, não se trata de apresentar às pessoas que você é competente, mas destacar isto a elas”, diz ele.


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Profissionais vistos como arrogantes são, pontualmente, os menos habilidosos quando o foco é criar uma imagem favorável no mercado, alega Marie-Josette. No final das contas, elaborar uma bacana reputação profissional depende de autoconhecimento e autenticidade - duas características que faltam a quem se enxerga (e se vende) como “bom em tudo”. Desfeitos os mitos sobre o assunto, é preciso pensar em maneiras de desenvolver a tua reputação de forma equilibrada e sofisticado.


O primeiro passo é fazer um exercício de reflexão pra discernir os seus pontos fortes e fracos. “Só depois de uma autoanálise profunda é que você saberá o que podes e o que não podes vender para os outros”, explica Marie-Josette. Em seguida, é necessário planejar maneiras concretas de divulgar as suas competências. Pra Arruda, a melhor maneira de fazer isto é pôr o seu talento a serviço de novas pessoas, isto é, ajudá-las a resolver dificuldades.


“Mais do que expressar de si mesmo, o primordial é dar evidências do que você é qualificado de fazer”, reitera. Outro instrumento robusto é o que o especialista norte-americano chama de “liderança de ideias” - a perícia de avisar, resolver e influenciar outros profissionais da tua rede de contatos. Para em tão alto grau, você poderá escrever posts de web site, gravar vídeos ou até fazer comentários sobre isso notícias de forma a salientar seu entendimento a respeito um estabelecido cenário, diz Arruda.


Ainda assim, é necessário tomar cuidado para não exagerar pela dose. Segundo Marie-Josette, diversos profissionais se excedem na hora de mostrar seus conhecimentos e talentos - principalmente na internet. “Muita gente usa as mídias sociais para engrandecer tuas próprias qualidades e anunciar ‘propagandas enganosas’ sobre isto si mesmas. Isso não é marketing pessoal, por causa de não é autêntico e nem ao menos sustentável”, diz ela.


Quando o tópico é internet, aliás, todo cuidado é insuficiente. Segundo Arruda, a reputação online de um profissional está se resultando mais interessante do que a sua reputação offline. “As pessoas estão pesquisando o teu nome no Google antes mesmo de perceber você pessoalmente. Desta forma, é preciso construir uma imagem digital que possa ser positiva, no entanto assim como coerente com a realidade”, diz o especialista.


São Paulo - Uma pesquisa global do LinkedIn revelou muitas peculiaridades e contradições do jeito dos brasileiros no recinto de serviço. Pra mencionar só um paradoxo: o Brasil é o 2º nação que mais mistura contatos profissionais e pessoais na web. No entanto, por todo o planeta, somos os mais preocupados com a opinião de nossos colegas de serviço a respeito do que postamos em redes sociais. O estudo, intitulado "New Norms @ Work", ouviu 15 mil usuários do LinkedIn em 19 países, para divulgar como as diversas nacionalidades constroem sua reputação profissional a partir de hábitos online e offline. Clique nas imagens para ver 7 fatos sobre os brasileiros revelados pelo levantamento.


2. Colegas ou amigos? Se você costuma acrescentar colegas de trabalho em redes sociais como Facebook ou Instagram, não está sozinho. No Brasil, 40,9% dos profissionais não veem dificuldades pela prática. Trocar regularmente a imagem de perfil é uma apreensão pra 27,1% dos brasileiros que estão no LinkedIn. A proporção não é tão alta se comparada a outros países, como a China, em que 38,1% das pessoas acreditam pela seriedade da imagem pra formar uma legal impressão inicial.


A nação mais preocupado com o foco é a Indonésia (51,1%). Lá, 2 em cada cinco profissionais visualizam a imagem de perfil das novas pessoas antes de uma reunião. 4. Não tem perfil? De acordo com a busca, 31,3% dos brasileiros disseram que não contratariam alguém que não tivesse perfil no LinkedIn. A média dos excessivo países é de 11,9%. Não é pra menos: com vinte milhões de usuários, o Brasil é o 3º estado mais presente no LinkedIn, atrás apenas dos Estados unidos e da Índia. No Brasil, mais da metade dos profissionais gasta alguns minutos pela frente do guarda-roupa antes de sair para o trabalho. Segundo o estudo, 54,7% dos brasileiros se vestem mais formalmente quando sabem que terão reuniões essenciais durante o dia.

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